terça-feira, 6 de abril de 2010

Feliz aniversario!



No dia 8 de Marco, Dia Internacional da Mulher, é por acaso o meu dia de anos.
Desde sempre, desde que me conheco como gente, que comemoro este dia com tudo a que tem direito: bolo, todos os amigos, velas, prendas e muita diversão. De há uns anos para cá, não tenho podido celebrar o meu aniversário com a minha família mas eles estão sempre comigo, sem eles comemorar mais um ano não seria possível.
Este ano, como em tantos outros, mais uma festa com todas as pessoas que podiam comparecer e muita diversão...para mim todos os anos são como sagrados, como uma dádiva, algo que podemos sempre ter e relembrar como nosso, pois ali não estamos a celebrar a existência de outra pessoa mas sim a minha (ou da pessoa em questão que estiver a fazer anos).
Por isso não entendo as pessoas que não gostam de comemorar o seu aniversário, comemorar a vida, o poder respirar e experiênciar todas as coisas boas da vida e aprender com as más. É tão bom poder olhar para trás e saber que podemos não saber quantos mais teremos pela frente, mas os que já vivemos niguem nos pode tirar.
Portanto feliz aniversário é o que desejo a todos!

Bolinhas peludas de quatro patas!

Há pouco tempo arranjei um cãosinho para estar aqui comigo em casa..e entre tempos mortos, tempos de estudo e todos os outros tempos do dia ou da noite, o bicho faz-se sentir presente...e se não faz, não é que se sente a falta.
Não percebo totalmente as pessoas que escolhem não ter animais em casa. Eu acredito que dão trabalho, que são uma responsabilidade e que por vezes fazem barulho quando uma pessoa só quer paz. Mas a verdade é que a única razão que acho realmente plausível para não querer ter um animal em casa é o facto de realmente não ter vida para lhe dar o amor que ele precisa.
Coisa que me faz então ter vergonha de ser da espécie humana é haver pessoas que têm coragem de abandonar um animal...nem consigo conceber essa ideia.
A verdade é que são uma companhia que nos acaba por preencher todos os momentos em que precisamos de alguém que nos ouça e não estamos realmente com cabeça para ouvir nenhuma resposta, quando chegamos a casa cansados e eles estão lá a abanar o rabo, a piar ou a miar contentes por nos verem e vão logo ter connosco...e o mais engraçado é não quererem muito em troca: só comida e água para se poderem servir e pouco mais. Amam-nos incondicionalmente, e nao é com certeza pela nossa carinha laroca! É bom não ter que ceder a pressões economico-sociais, fingir ser outra pessoa ou vestir uma roupa mais bonita...porque eles gostam de nós assim!!
Talvez este sentimento seja também pelo facto de sempre ter tido animais por casa...e com certeza um dia mais tarde tambem terei um animal para poder estrafegar de vez em quando.

terça-feira, 23 de março de 2010

o Meu SOL!



Por todas as coisas simples nesta vida que nos fazem sorrir e querer viver mais um dia, que nos fazem querer descobrir o que ai vem. Por todos os dias maus que nos fazem crescer e dar mais de nos. Por tudo isso uma "Cancao simples" de Tiago Bettencourt & Mantha.
Que tenham todos um sol, como eu tenho, nas suas vidas.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Para ti meu amor!




"So High"

Baby since the day you came into my life
You made me realize that we were born to fly
You showed me everyday new possibilities
You proved my fantasies of love could really be

Let's go to a place only lovers go
To a spot that we've never known
To the top of the clouds we're floating away yeah
Ooh this feels so crazy
Oh this love is blazing
Baby we're so high
Walking on cloud 9

(You've got me up so high) So high
(My shoes are scraping the sky) So high
(You've got me up so high) Oh
(My shoes are scraping the sky)

Maybe later we can go up to the moon
Or sail among the stars before the night is through
And when morning comes we'll see the sun is not so far
And we can't get much closer to God than where we are

We'll go to a place only lovers go
To a spot that we've never known
To the top of the clouds we're floating away yeah
Ooh this feels so crazy
Oh this love is blazing
Baby we're so high
Walking on cloud 9

(You've got me up so high) So high
(My shoes are scraping the sky) So high
(You've got me up so high) Oh
(My shoes are scraping the sky)

Ooh...yeah
Ooh...oh hey

Ooh this feels so crazy
Oh this love is blazin'
Baby we're so high
Walking on cloud 9
You got me up so high
You got me up so high
You got me up so high
My shoes are scraping the sky

You got me up so high
You got me up so high
You got me up so high
My shoes are scraping the sky ooh...ooh...
Yeah...

This is how love's supposed to be
This is how, this is how love's supposed to be, yeah
Let's go to the moon baby, ooh
Let's go to the moon baby, yeah
Let's go, go, let's go to the moon baby
So high...

Porque nao ha passado que me impessa de ver o bom que o presente me tras e de sonhar com as possibilidades que o futuro me deixa em aberto.

sexta-feira, 5 de março de 2010

estaremos todos loucos....

Num mundo em que todos dizemos estar loucos...eu começo a pensar no que será loucura....

No dicionário temos a sua definição como sendo: estado de louco (que perdeu a razão, alienado, demente, doido), alienação mental, acto próprio de louco, temeridade, imprudência, extravagancia, exagero.

E depois de passar pelo departamento de psiquiatria, penso em como é tão fácil perder o controlo e como todos nos temos um pouco de loucura...alguma obsessão ou compulsão, por pequena que seja, alguma forma de dissociação ou distorção da realidade (nem que seja apenas por momentos), como por vezes todos nos cometemos actos menos apropriado ou dizemos coisas que não fazem sentido nenhum...

Sei que parece estranho e já diz o ditado que de génios e de loucos todos temos um pouco, sempre ouvi dizer, resta saber qual prevalece em cada um de nos.

Não sei ate que ponto será uma desvantagem ter estas características em nos. Todos os mais brilhantes cientistas são considerados malucos ate o seu trabalho ser comprovado. As vezes uma boa dose de loucura e imaginação e o que e necessário para quebrar barreiras e fazer novas descobertas.

Eu acredito numa coisa… lutar pelas nossas ideias e ideais é das melhores coisas que podemos fazer.

O regresso!

Regressei! Foram só 6 dias, mas souberam a meses, souberam a tudo o que é bom, souberam a tudo o que tinha falta, souberam a felicidade e ao matar das saudades que tinha.
A minha vida nestes últimos anos tem sido baseada na espera e no trabalho. Espera do dia em que vou voltar a casa, o dia em que posso voltar a abraçar os que amo e os que quero bem. Trabalho para que ao chegar esse dia tenha todas as minhas responsabilidades atingidas e mais um ano acabado.
Não me queixo, sei que há pessoas pior e pessoas que regressam por muito menos que eu. No fim de contas todos nos que estamos longe esperamos por esse momento. Ver o que está diferente, aproveitar o que deixamos ficar, tentar estar com todos os que se mantiveram, mesmo nós estando longe, e, por fim , tentar visitar todos os lugares que não temos lá longe, a praia, o sol, a simpatia, o falar alto, a gastronomia, o calor, o lar.
Bem, regressei nestes dias e nem eu própria sabia o bem que me iam fazer. Relembrar-me de que todos aqueles que nos amam estão sempre lá...surpreendi todos e foi tão bom ver as caras dos que amo de boca aberta e a desenharem um sorriso por eu estar ali. É algo bom que fiz, uma prenda para eles e ainda maior para mim.
Regressei e com uma lágrima no canto do olho, consciencializo-me que já falta pouco para o meu regresso definitivo e esse sim é o dia mais esperado.

A chuva!



Tenho sentimentos um pouco contraditórios em relação a chuva. É tão bom quando chove lá fora e não temos que sair de casa...mas é tão mau quando temos que sair à rua e de certeza que vamos ficar todos molhados. Por maior que seja o guarda-chuva, há sempre uma poça de água onde metemos os pés, ou um carro que passa e nos molha a roupa que tentamos com todo o cuidado manter seca.
É bom quando ouvimos a chuva lá fora e estamos na cama quentinhos depois de uma Segunda-Feira cansativa e no outro dia acordamos e o sol brilha lá fora. É bom quando sabemos que está a chover, mas a única coisa que temos para fazer é ronha debaixo dos lençóis. É bom quando olho lá para fora e a chuva cai...penso em ti e em como é bom estar cá dentro contigo no pensamento, a comer um gelado ou a ver um filme aconchegada numa manta.
É tão mau quando temos um dia livre e temos que ir fazer compras e conduzir com a chuva, ou melhor ainda quando não temos carro e temos a estação de metro bem longe de nossa casa e temos que carregar as compras debaixo de uma chuva torrencial e um vento quase ciclónico (digamos de passagem que quando chegamos a casa sabe bem tirar aquela roupa e sapatos molhados e aconchegarmo-nos no quentinho).
A chuva, essa chuva que cai lá fora...que traz de volta o florescer das flores. Que quando vai embora deixa o cheiro a terra molhada e os raios de sol a passar por entre as nuvens. Chuva, símbolo de vitalidade. Água, o cerne da vida, a final não somos nós compostos por 60% de agua...